quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Odeio chefe que azeda o dia de todo mundo

Hoje é dia de azedume. Não sei vocês, mas até o presente momento (quarta-feira, 11h51) eu tenho um chefe. A maioria de nós tem um chefe. Infelizmente, é o tal do chefe que dita o ritmo do local de trabalho e quando esse chefe está azedo, não tem jeito: tudo fica azedo também.
Não me entendam mal, eu gosto do meu chefe. Aprendi a gostar. Tá certo que ele grita, xinga, briga, mas quando não está fazendi isso ele é bem legal. E aqui na redação passamos umas boas semanas sem nenhuma manifestação de sua fúria. Ontem quando cheguei para trabalhar ouvi a declaração "Alguém acordou o dragão". O dia foi horrível. Todo mundo estava irritado, porque já tinha tomado brinca do homem por alguma razão imbecil em algum momento do dia. Ele estava tão irritado que não conseguia articular idéias e só grunhia "Como é que você sai pra fazer pauta se não sabe qual é a pauta? Se você não sabe qual é a pauta, como vai sair pra fazer pauta?". Não, até agora ele não disse qual é a pauta.
A coisa é que no ambiente de trabalho, como eu disse lá no começo, o clima é definido pelo humor do chefe. Isso é péssimo. Nós deveriamos poder vir para o trabalho com o objetivo de fazer um bom trabalho, mas ao invés disso todos nós gastamos muito tempo e energia tentando fazer o chefe feliz, para que possamos ficar felizes e então fazer um bom trabalho. Faz sentido? Não. Também não gosto de coisas que não fazem sentido.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Odeio gente que dá bolo

Hoje é dia de TOCO. Você não odeia quando marca com alguém e a pessoa não comparece? O que é pior: a pessoa simplesmente não aparecer ou ligar com 15 minutos de atraso dizendo que não vai mais. POOOOOXA!
Ok, meu ódio dirigido aos furões não está rendendo necessariamente uma obra prima literária, mas é que hoje isso me tirou do sério. Eu dou aulas, certo? Eu tenho que sair da minha casa, ir até a escola e encher a cabeça dos meus aluninhos de conhecimento. Eu gosto disso. Mas eu também gosto de dormir, almoçar, jantar, que são coisas que eu deixo de fazer para estar com os aluninhos.
Pois bem. Hoje o dia começou bem, com o primeiro aluno que não veio, ligou 10 minutos depois dizendo que precisava remarcar as aulas dessa semana. Sem problema, imprevistos acontecem. Dai eu fui pra casa, assisti um desenho, comi uma porcaria e vim dar aula novamente. O próximo aluno ameaçou faltar, chegando com 15 minutos de atraso. Menos mal, menos mal. Mas a aluna seguinte, não teve jeito. Ligou com 10 minutos de atraso dizendo estar presa em uma reunião. O que isso significa? Que eu tenho uma janela de uma hora e meia que está sendo preenchida por uma reclamação em forma de post. Alguém sabe o que significa uma hora e meia no meu dia? É muita coisa.

Mas minha irritação com o assunto tem outra fonte. Sexta-feira tinha uma balada marcada. Tudo dependia de uma ligação no telefone. Um pouco antes fui avisada no msn de que o evento teria que ser adiado porque as pessoas precisam trabalhar. Ok, eu também trabalho na sexta-feira. Até às 21h! Eu tinha tantas expectativas para essa balada que até fiquei com vontade de chorar. De nervoso, lógico. Acho que o problema não é nem a coisa de me arrumar (para a balada), me preparar (para as aulas) e no fim ficar com um monte de nada nas mãos. O problema está nas expectativas e na desesperadora sensação de tempo perdido.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Serviço de Insanidade Mental - SIM

É um fato: ninguém é normal. Todo mundo tem uma loucura dentro de si e procura a melhor maneira de lidar com isso. O primeiro passo é admitir o problema. O segundo é buscar a solução. Aqui nesse blog, somos adeptos da xingoterapia. É uma técnica revolucionária, baseada em um estudo que diz que, ao se machucar, xingar bastante ajuda a diminuir a dor. E, com uma equipe que transborda mau humor, sarcasmo, ironia e adora reclamar, o SIM presta à população o serviço de xingar propriamente as coisas e pessoas que nos enlouquecem nesse mundo e outras coisinhas mais.